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Apraxia de Fala: quando os profissionais devem suspeitar deste diagnóstico?

    • crianças com 2/3 anos não-verbais (que não falam);

  • crianças que não imitam;
  • crianças que tem dificuldade na mobilidade dos orgãos fonoarticulatórios;
  • crianças que tem dificuldades na produção das vogais e tem pequeno repertório de consoantes.
  • crianças que não conseguem generalizar os fonemas aprendidos. Ex. consegue produzir o P na palavra PATO mas não na palava pote.
  • crianças que estão na terapia e que não estão tendo progressos;
  • crianças com queixas de mastigação – alimentação restrita;
  • crianças que falam, mas que são totalmente ininteligíveis;
  • crianças que quando tentam imitar uma determinada palavra, apresentam inconsistências, por ex: ao tentar falar BOLA, pode sair: “óa” “aa”; “tata”; “bo” etc…a cada tentativa vai saindo um jeito diferente!! Talvez essa seja a característica que mais semelhante dos quadros de apraxia dos adultos neurológicos;
  • crianças que não progridem na terapia “fonoaudiológica tradicional”. Estimulação de linguagem global não dá resultado em crianças com Apraxia ou é um resultado mínimo.

Fono que suspeitam de quadros assim – devem procurar ajuda, devem discutir o caso com profissionais que tem experiência.
Posso dizer que se uma criança com Apraxia não receber a terapia adequada – a possibilidade dela NÃO desenvolver a fala é muito grande. Por isso, o diagnóstico e a intervenção adequada são essenciais!

Dra. Elisabete Giusti

www.atrasonafala.com.br